Clipping nº 058

27/01/2016

Pesquisa revela que o casamento voltou a ficar na moda entre os jovens

A pesquisa foi realizada em 30 países. E uma feira especializada em São Paulo confirma esses dados

O casamento voltou a ficar na moda entre os jovens, conforme revela uma pesquisa feita em 30 países. E uma feira especializada em São Paulo confirma esses dados.

O cupido está empenhado, mas em uma feira de casamento, ele nem deve ter tanto trabalho assim. O coração de quem está por ali já está resolvido.

Só falta acertar os detalhes. Que tal ter como fotografo um robô? Ele também pode ficar encarregado da missão de cortar a gravata do noivo. E se o convidado esqueceu o dinheiro, não tem problema, não, o robô aceita até cartão de crédito.

As coisas estão modernas nos casamentos de hoje em dia, só que no fundo, no fundo muda a forma, mas as tradições continuam as mesmas.

Do alto de seus 19 anos, Matheus Januário e Hingridy já estão nos preparativos, para o espanto dos amigos. “Homem tem mentalidade de que homem tem que curtir muito, ter várias namoradas, várias mulheres. Quando a gente fala que ela é minha primeira namorada e vai ser a única, eles se assustam mesmo”, conta.

Mas afinal, qual a idade para pensar em casamento? Uma pesquisa com 30 mil pessoas, de 60 países, mostra que casar está nos planos de 19% da chamada geração Z, que têm entre 15 e 20 anos, e de 17% da geração Y, que tem de 21 a 34 anos.

Uma coisa é querer, outra coisa é casar, e isso está acontecendo cada vez mais tarde no Brasil. Nas décadas de 80 e 90, eles casavam com 27 anos, em média, e elas com 24. O levantamento mais recente mostra noivos com 33 anos, em média, e noivas com 30 anos.

O casamento já esteve muito mais na moda. Depois do auge nos anos 70, o número de casamentos no Brasil caiu bastante, mas nos últimos 14 anos, a curva voltou a subir.

E seguindo a tradição, Alef Viola está indo para o altar aos 20 anos, a mesma idade que a mãe dele tinha quando casou. “Estou decidido, com certeza. Eu amo essa menina”, derrete-se.

Fonte: Hora1

Site: Anoreg Brasil (27/01/2016)

 

 

Concurso do TJBA para outorga de delegações de serventias extrajudiciais tem novas etapas

O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia promoveu a sessão pública de distribuição e julgamento de recursos referentes à quarta etapa do concurso para outorga de delegações de serventias extrajudiciais de notas e de registro.

Seguindo estritamente o que estabelece o edital número 61, a sessão pública foi realizada no auditório do tribunal. Esta quarta etapa consistiu de exame psicotécnico, entrega de laudos neurológico e psiquiátrico, entrevista pessoal e análise da vida pregressa.

A quarta etapa do concurso foi iniciada após a contratação da Fundação José Silveira, por meio de procedimento licitatório. A vencedora da licitação ficou responsável pelos exames psicotécnicos, avaliação dos laudos neuropsiquiátricos e pela entrevista pessoal.

Os laudos foram entregues pelos candidatos e a entrevista foi realizada com os participantes aprovados na terceira etapa do certame. Foi oferecido todo o suporte técnico-operacional para sua realização.

A sessão transcorreu de forma tranquila e célere, na presença de candidatos que compareceram ao local, a fim de acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos da Comissão de Concurso.

A comissão (foto) foi presidida pelo desembargador Edivaldo Rocha Rotondano, acompanhado dos demais membros: o juiz Joselito Miranda, representando a Presidência do TJBA, a juíza Márcia Denise Mineiro Sampaio Mascarenhas, representante da Corregedoria Geral da Justiça; a juíza Jacqueline de Andrade Campos, representante da Corregedoria das Comarcas do Interior; a bacharela Thais Bandeira Oliveira Passos, representando a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a bacharela Maria Helena Porto Fahel, representando o Ministério Público da Bahia; e Avani Maria Macedo Giarrusso, representante dos registradores.

A Comissão de Concurso aprovou atas de sessões anteriores, bem como deliberou sobre a proposta de cronograma referente às demais fases do concurso – quinta e sexta etapas (prova oral e avaliação dos títulos), até a sua conclusão.

Em seguida, foram julgados os recursos apresentados por candidatos e, ao final da sessão, o presidente da Comissão de Concurso, desembargador Edivaldo Rocha Rotondano, agradeceu a participação de todos os membros, em especial à juíza Márcia Denise Mascarenhas e ao juiz Joselito Miranda, que fizeram suas últimas participações como membros titulares da comissão, ressaltando o relevante trabalho prestado pelos magistrados na realização de concursos.

Fonte: TJBA

Site: Recivil (27/01/2016)

 

 

Cartórios do PR tiram 130 mil processos da fila do Judiciário

O número representa cerca de 13% do total realizado no país, que soma aproximadamente 1 milhão.

Desde 2007, com a Lei n° 11.441/07, cartórios extrajudiciais de todo o Brasil podem realizar atos como inventário, divórcio, partilha, reconciliação, desde que as partes estejam de comum acordo e que não haja menores envolvidos. Com isso, aproximadamente 134 mil processos já saíram da fila do Judiciário, por meio dos atos lavrados pelos cartórios paranaenses durante esses nove anos. Os dados são da Central Notarial de Serviços Eletrônicos Compartilhados (CENSEC), do Conselho Federal do CNB (Colégio Notarial do Brasil).

O número representa cerca de 13% do total realizado no país, que soma aproximadamente 1 milhão. Ainda de acordo com o levantamento, o ato mais procurado no Paraná, nesse período, foi o inventário, com 73.422 lavraturas, seguido do divórcio direto (43.984) e da conversão de separação em divórcio (7.529).

No mês de janeiro, comemora-se a promulgação desse avanço. Entre os grandes benefícios da legislação, estão a agilidade e a redução dos custos para o cidadão, além da desjudicialização, que foi fundamental para desafogar a pilha de ações sob a responsabilidade do Poder Judiciário.

Para o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado do Paraná (Anoreg-PR), Robert Jonczyk, a lei que proporcionou a desjudicialização permitiu que o Estado e o cidadão desfrutassem dos benefícios. “O grande legado da norma foi principalmente ter facilitado a vida da população e por consequência ajudar a desafogar o Judiciário, que depende de processos indispensáveis ao feito, o que leva à morosidade dos procedimentos”, explica.

Anteriormente à Lei, os processos de inventário, separação, divórcio e partilha tinham a via judicial como o único meio para serem realizados. “Após a nova regulamentação, estabeleceu-se a via extrajudicial como alternativa para os procedimentos em que partes maiores e capazes estejam em consenso, o que foi um grande avanço que sucedeu em outros atos que hoje também podem ser realizados em cartórios, como o casamento homoafetivo, o reconhecimento de paternidade e em breve o usucapião administrativo”, afirma o presidente.

Divórcio em cartório

No caso dos divórcios, os ganhos são perceptíveis na economia de tempo e na considerável redução de custos, visto que não é necessária a realização de petições aos juízes. Basta os envolvidos comparecerem, junto aos seus respectivos advogados, a um tabelionato, em posse de seus documentos pessoais e a certidão de casamento atualizada, para realizarem a escritura pública de divórcio, que em alguns casos fica pronta no mesmo dia.

Inventário

Quanto aos inventários e partilhas, nos quais a espera pela divisão dos bens costumava passar de um ano até mesmo em casos consensuais, a mudança foi ainda mais impactante. A partir da aplicação da nova lei, novamente, com o consenso das partes, é possível que o processo seja finalizado em aproximadamente 20 dias. Isso porque basta a apresentação dos documentos necessários ao tabelião para que sejam requisitadas as escrituras e a guia de pagamento de imposto de transmissão causa mortis.

Sobre a Anoreg-PR

A Associação dos Notários e Registradores do Estado do Paraná (Anoreg-PR) é a entidade de representação dos titulares doscartórios extrajudiciais no Paraná, reunindo cerca de mil ofícios em todo o estado, entre Tabelionatos de Notas, Tabelionatos de Protesto, Registros Civis, Registros de Imóveis e Registros de Títulos e Documentos. Atua como porta-voz da classe, bem como na sua qualificação técnica para que possa prestar melhores serviços aos usuários, e na difusão de informações ao cidadão, ainda desconhecedor da gama de serviços prestados pelo segmento.

Fonte: Diário dos Campos

Site: Arpen Brasil (27/01/2016)